Ter um conhecimento preciso
do estado das espécies exóticas invasoras e sua
distribuição dentro das bacias dos rios Tejo e
Guadiana, na área do projeto e os impatos que causam nas
espécies nativas.
Impedir a entrada do
mexilhão zebra (Dreissena polymorpha) na bacia dos rios Tejo
e Guadiana na área do projeto.
Evitar a
introdução da Azola (Azolla filiculoides) no
Parque Nacional de Monfragüe e impedir a sua entrada em
Portugal mediante o isolamento das suas
populações no Parque Natural do Tejo
Internacional.
Erradicação
da amêijoa asiática (Corbicula fluminea) no Lugar
de Importância Comunitária (LIC) “Rivera de
Lácara” através da
implementação de projetos piloto.
O controlo da tartaruga de
Orelha Vermelha (Trachemys scripta elegans) no LIC “Río
Ardila” fronteira com Portugal.
O controlo do vison
americano (Neovison vison) nos LIC “Sierra de Gredos y Valle del
Jerte”, “Río Tiétar” e “Monfragüe”.
Desenvolvimento de
métodos de avaliação do grau de
ameaça nas espécies endémicas pelo
efeito de espécies lenhosas.
Desenvilvimento de novas
técnicas para a eliminação da
acácia mimosa (Acacia dealbata) e ailanto ou
árvore-do-céu (Ailanthus altissima)
Recuperação
da população estremenha da
PalmeiraMediterrânica (Chamaerops humilis) e a
reintrodução da espécie extinta
Sagittaria sagittifolia.
Alterar a mentalidade dos
diferentes setores responsáveis pela entrada de
espécies exóticas invasoras
(associações de pesca, viveiros florestais,
colégio oficial de veterinários, lojas de
animais, associações desportivas,
municípios e diferentes
administrações…) para o problema de
bio-invasões.
Consciencialização
e sensibilização do público em geral
para o problema das bio-invasões no ambiente,
económica e social.
A consciência da
população em idade escolar sobre o problema do
mascotismo e animais abandonados no meio ambiente.
A não
utilização de espécies
exóticas invasoras em projetos de obras públicas,
jardins e parques públicos na Extremadura.
Melhor
divulgação e troca de experiências na
luta contra as espécies invasoras, com a
criação de um Grupo de Trabalho
Ibérico sobre Espécies Exóticas
Invasoras, enquadrado no âmbito da Comissão
Nacional para a conservação da biodiversidade.
Criação
de uma rede de pessoal adestrito às várias
administrações, preparados para combater
espécies invasoras.
Desenvolver e disseminar
dois códigos de conduta que estabelecem bases da
comercialização de animais e plantas ornamentais,
além das espécies incluídas na RD
1628/2011.